sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Férias
Vou tentar fugir dos paparrazzis e me refugiar num lugar com TV com cobertura total das Olimpíadas e voltar cheio de histórias novas.
Até um dia,
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Dentista e Aula? Ah, Não!
E logo vem toda aquela rotina: abre a boca - mais um pouco - não vai doer - agora cospe - tá quase acabando - mais um pouco agora - tá doendo? (não sei o porquê de perguntarem, nunca conseguimos falar com aquele sugador, espelhinho, motorzinho e uns cinco dedos na sua boca) - pronto - cospe - terminou.
Ah... antes que me esqueça, doeu sim!
Uma coisa sempre me deixou intrigado quando o assunto é dentista: Por que o mundo evolui tanto, já fomos à Lua, falamos com pessoas que estão a milhares de distância de nós, mas ninguém consegue tirar o maldito barulho daquele motorzinho de dentista? Resolvi perguntar pro Dr. Alex.
Pior do que sentir a dor e ouvir o barulho daquela bosta foi a resposta. Resposta, não! Aquilo foi uma verdadeira aula, daquelas chatas que dá vontade de dormir.
A explicação dele foi que os mecanismos usados nas maquininhas eram similares a de uma turbina de avião (???), mas que na realidade o problema era que o barulho causava ansiedade e stress no paciente e por isso, esses sentiam mais dor do que a dor real. Ou seja, esse safado quis me convencer que eu não estava sentindo dor, e, que ainda o problema era meu?
Eu prometo, nunca mais volto ao dentista... Pensando bem, até volto, mas nunca sem anestesia. Nunca.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
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terça-feira, 22 de julho de 2008
Me Deve Uma
Dias desses atrás, saí atrasado de casa, pra variar parecia que havia brigado com todos os faróis, pois, era eu avistar qualquer um deles e na mesma hora já ficavam vermelhos. O trânsito era o de costume, como em todos os dias, ou seja, péssimo. Cheguei ao escritório em cima da hora e percebi que meu pneu estava baixo, mas deixei pra lá, imaginei estar apenas murcho, e, resolvi levar só depois a um borracheiro.
Minutos mais tarde, um colega veio me alertar que meu pneu estava furado, e, como bom preguiçoso que sou decidi levar o carro para consertar o pneu naquele mesmo momento, afinal fazer todo aquele processo de pegar-o-macaco, afrouxar-os-parafusos, levantar-o-carro, tirar-os-parafusos, tirar-o-pneu, pegar-o-step, encaixar-os-parafusos, apertar, baixar-o-carro, apertar-os-parafusos, guardar-o-pneu-furado... Ufa, isso cansa, sem contar que a sujeira fica na sua mão por muito tempo, vira e mexe você ainda acha uma graxinha embaixo de uma unha.
Fui a um borracheiro perto do escritório, estacionei e logo veio um garoto de uns 15 ou 16 anos, me deu bom dia e pedi pra ele arrumar meu pneu:
- Não sei remendar pneu não, patrão.
Perguntei se ele sabia ao menos trocar o furado pelo step e ele acenou positivamente com a cabeça. Abri o porta-malas do carro e deixei que ele trabalhasse. Estava distraído, e, tomei um susto quando vi que ele já havia tirado dois parafusos da roda sem levantar o carro.
- Você não vai levantar o carro, amigão?
- Rapaz, já ia me esquecendo... se você não me fala...
Fiquei assustado com o fato e fiquei alerta em todo movimento do garoto, mas achei que nada podia dar errado numa troca de pneu. Como fui inocente ao achar isso. Segundos depois meu carro estava com um vazamento próximo de onde o macaco sustentava o carro.
- Que é isso?
- Nada não patrão, só água do macaco.
- Que macaco é esse que tem água?
- ...
- Tá cheirando gasolina.
- Pior que é gasolina mesmo.
- Quer que dê uma olhada?
- Que pergunta, claro que sim.
- Ah, foi só uma pecinha aqui que quebrou, quer que arrume?
- Ai caramba, lógico!
- Achei, foi só um negócio aqui que... que... que não consigo encaixar, quer que eu arume?
- Quero, caramba!
- Não to conseguindo.
- E agora?
- Não sei, vou chamar o japonês da mecânica, ele deve saber arrumar.
O japonês sabia mesmo, entrou debaixo do carro e logo veio com o diagnóstico:
- Foi o filtro de combustível.
- Você tem um? Dá pra arrumar?
- Não tenho, mas sei quem tem, vou buscar.
- É caro?
- Não, baratinho.
Dez minutos depois, volta o japonês com a peça nova na mão, entra debaixo do carro e mais dois minutos sai de lá com cara de Jaspion que acabou de salvar o mundo e nem suou a camisa.
Olhei pra um lado e pra outro e nem sinal do garoto que fez o estrago, então virei pro japonês e disse que quem iria pagar pela peça e pelo serviço dele seria o garoto da borracharia. Acho que ele não gostou muito de ouvir isso, mas não teve saída e disse que resolveria com o dono da borracharia.
Já estava indo embora e o garoto da borracharia correu até mim e com um ar superior em suas palavras:
- Aí patrão, pode deixar que eu pago sua peça lá pro japonês.
Pensei em xingar e dizer: “claro seu filho da puta, foi você quem ferrou com meu carro, se vira”, mas pensei melhor e só disse:
- Ah, sim, claro. Obrigado, amigão.
Até hoje passo em frente essa borracharia e o garoto me olha com aquele ar de quem quer dizer: “Ta me devendo uma, hein patrão?”
Eu devia mesmo ter xingado aquele garoto.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Pac Man
Achei a idéia genial, é da galera do UmPatriots. Os caras são não devem estudar muito não, mas se divertem demais.


