terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mentirinhas

Julia sempre gostou de contar "causos" sobre sua vida. Apesar de ter apenas 17 anos, se, cada uma de suas histórias fossem verdadeiras ela já teria vivido pelo menos uns 130 anos tamanha a quantidade de situações que ela dizia já ter lhe acontecido. Disse já ter namorado policial, já ter tido câncer nos ossos da perna e ter sido modelo fotográfica. Nessa época tomava 7 banhos por dia. Hoje em dia, apenas 5.

Nos últimos dias tentou me convencer de que lia 60 livros por mês, e, na semana do Natal havia embrulhado 188 presentes.

Esteve estudando para um concorrido vestibular na cidade de São Paulo, onde disse ter passado para a segunda fase. Me ocorreu pensamentos do tipo: "como alguém que toma tanto banho e lê tanto arranja tempo para estudar para um vestibular?", mas deixei pra lá e não questionei.

Tantas e tão singulares eram as histórias que as pessoas do escritório onde ela era jovem aprendiz, começaram a caçoar da garota, mas ela jurava de pés juntos que tudo era verdade.

Pediu e ganharia uma semana de férias para poder estudar para a segunda fase do vestibular, mas para poder justificar a ausência lhe pediram um comprovante que provaria ter sido convocada. Ficou de conseguir. No dia seguinte faltou ao serviço e depois apareceu com um documento falsificado.

Farsa descoberta disse que só estava fazendo aquilo para não decepcionar a todos na empresa, onde ela sabia que iria ser uma grande profissional.

Mandada embora por justa causa chegou em casa e disse a mãe ter decidido sair da empresa, pois lá, não lhe davam o devido valor.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Vampiros Não Existem

Acho que todo mundo sabe disso, não é verdade? Mas eu tenho uma teoria que comprova isso. Vamos a ela:

Nos filmes que assistimos sobre vampiros, sempre vemos que eles se alimentam de sangue e não sobrevivem a raios solares, correto?

Vamos supor que seu vizinho fosse um vampiro, para não morrer de fome, ele teria atacado mais uma pessoa. Os dois juntos para não morrerem de fome teriam que atacar outras duas pessoas, e, essas quatro pessoas outras quatro. Numa escalar de progressão geométrica em breve todas as pessoas no mundo já teriam sido atacadas. Isso por si só já comprovaria minha teoria. Mas...

Mas, temos um segundo aspecto que caracterizam os vampiros: não sobreviver à luz do Sol. Assim, se eles existissem e não pudessem circular a partir dos primeiros raios solares, o trânsito nas grandes cidades também regrediria inversamente proporcional à progressão geométrica do crescimento da população vampiresca.

Conclusão: vampiros não existem, mas você está ferrado do mesmo jeito no trânsito que não pára de crescer.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Se Harry Potter Fosse Brasileiro




Se Harry Potter Fosse Brasileiro a varinha seria vendida no polishop e teria mais de 20 funções.

Se Harry Potter Fosse Brasileiro o lobo Greyback Fenrir seria interpretado por Tony Ramos.

Se Harry Potter Fosse Brasileiro entraria em Hogwarts pelo Bolsa Bruxo e teria o “auxílio varinha” e o “Vassoura para todos”.

Se Harry Potter Fosse Brasileiro o Hagrid já teria a sua cabana reformada pelo Luciano Huck.

Se Harry Potter Fosse Brasileiro o nome dele seria Réripoterson.

Se Harry Potter Fosse Brasileiro seria maloqueiro e faria um vídeo caseiro em cima da vassoura repetindo a frase “É nóis que voa, bruxão!”

Se Harry Potter Fosse Brasileiro ele não teria uma cicatriz em forma de raio na cabeça. ele teria uma cicatriz de tiro.

Se Harry Potter Fosse Brasileiro ele usaria uma galinha e duas velas pretas pra fazer magia.

Se Harry Potter Fosse Brasileiro Alexandre Frota iria estar na cola dele pra produzir “O Mistério da Varinha Mágica”.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Festa de Lançamento do Livro Mundo Mundano


Nesta próxima quinta-feira 21/10/2010 haverá a festa de lançamento do primeiro livro da galera mundana do Mundo Mundano, capitaneado por nada mais nada menos que Camila Briganti.
Estarei presente para prestigiar e depois posto algumas fotos da festa.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Diarista, eu?!

Relato vivido por uma amiga:

Meu dia já tinha começado daquele jeito. Fui visitar uma amiga e tomar café da manhã com ela, fofocar, botar os papos em dia, ao sair sua vizinha puxa conversa comigo no elevador e diz: "sua patroa parece ser boazinha...”

Fui pra casa enfurecida. Poxa, era sábado, estava de camiseta, calça de agasalho, cabelo preso, mas calma lá, né? Me confundir com uma diarista?

Havia marcado com um colega de serviço que iria em casa arrumar meu computador.

Ele chega, um cabide com uma capa plástica daquelas de lavanderia numa mão e uma sacola plástica de supermercado com um par de sapatos na outra. Não entendi nada, o convidei pra entrar.

Depois de instalar, reinstalar, desligar, ligar, reiniciar o computador ele disse que havia terminado e que agora eu tinha um avião nas mãos. Perguntei quanto eu deveria pagar pelo serviço e ele disse que não era nada, estava tudo certo. Como a grana andava curta, nem insisti pra ele me cobrar.

- Posso usar seu banheiro Simone?
- Claro, é por aqui.


Só que antes de entrar no banheiro ele buscou a capa plástica e a sacola de sapatos.

Continuei sem entender nada. Não ia perguntar o que ele iria fazer no meu banheiro.

Cinco minutos depois lá vem Marcio saindo do banheiro vestindo um terno marrom claro, cheirando a terno guardado. De gravata, sapato. Traje completo. Feio, muito feio.

- O que é isso Marcio?
- Então, sábado vou a um casamento e percebi que meu terno está um pouco amassado, você poderia passá-lo para mim? Rapidinho, antes de eu ir embora?


Pensei: “Como é que é seu filho da puta? Quer que engraxe esse sapato ridículo também ou quer que enfie ele no seu...”

Mas como ele já havia quebrado um galho e não iria me cobrar nada pelo conserto do computador, fiquei sem graça. Respirei fundo e perguntei emputecida:

- A camisa também?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Pensando Bem...

Antigamente nós precisávamos abrir o biquíni para ver a bunda. Hoje temos que abrir a bunda para ver o biquíni.